Constanza Onorata nasceu em 28 de janeiro de 1816. Por parte da mãe, Constanza provinha dos condes que eram célebres na Itália. Por parte do pai, Constanza liderava toda a riqueza. Em meio a todos esses bens, Constanza se fazia humilde, e não objetivava a riqueza de seus pais. Desde pequena, a menina tinha um atrativo pelas coisas de Deus. Todos os dias Constanza dirigia-se a igreja e, ficava de joelhos defronte ao sacrário.

Com 8 anos, fez sua primeira confissão e experimentou a misericórdia de Deus. Aos 10 anos, sua primeira comunhão. Experimentou o ilustre hóspede que se abrigava em sua alma. Embora fosse rica não era tratada com privilégios, não se deixava se servir pelas domésticas, ao contrário ela mesma arrumava seu quarto e tudo que dizia a respeito a sua higiene pessoal.

Aos 16 anos Constanza fora prometida a Caetano que tinha 58 anos, que se tornaria após 2 anos, seu esposo. Caetano era viúvo e provinha de uma família de nobres. Constanza queria fazer a vontade de Deus, sabe-se que ela pensou e rezou para ser iluminada e atendendo aos conselhos de seus pais, disse um sim à Caetano e a Deus.

Consta que Constanza teve 4 filhos: Francesca Maria que nasceu em 1º de junho, 1836 e morreu no mesmo ano. O segundo Carlo Francesco. A terceira filha Raffaele Gaetana que faleceu com apenas 9 meses de vida, o quarto e último filho não recebeu nome porque morreu quando nasceu. Mas Constanza tinha certeza que o sofrimento prepara um amor ainda maior.

Carlinhos, o seu segundo filho fora o único que sobrevivera a mais tempo, e era a alegria de sua mãe. Com o passar dos anos, Carlinhos ficou doente, tratava-se da doença tuberculose, e a mesma não tinha cura na época. No dia 16 de janeiro de 1854, depois de sete meses dessa doença o garoto que até então era: maduro, rico de piedade, de religião e de variada cultura, queridíssimo por todos pela sua bondade de coração e pela suavidade em suas palavras. Carlos morria. Em meio a tanta dor e tristeza, Constanza suplicava a Deus dizendo:

“Deus meu, e meu tudo, o que será de mim agora?”. Carlinhos respondeu: “Mamãe, não chores, o senhor lhe dará muitos outros filhos para criar”. Aos dezesseis anos, morre Carlinhos em seus braços.

Caetano, seu esposo, morre no mesmo ano. Após estas duas perdas importantíssimas em sua vida, Constanza entra em um convento e agora sua dedicação é maior, a partir daí passa a ser chamada de Madre Paula Elizabete Cerioli.

Fundou a Congregação dos padres e irmãs da Sagrada Família para trabalhar com a educação das crianças e mais carentes. Sempre esteve preocupada em atender os menos desfavorecidos. Acolheu muitas crianças carentes, órfãs, abandonadas. Foi beatificada no dia 19 de março de 1950. E sua canonização aconteceu no dia 16 de maio de 2004. A qual passou a chamar: Santa Paula Elizabete

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Vida de Santa Paula